El misterio de las centellas (310)

El misterio de las centellas (310)

Hace unos 20 años atrás yo estaba caminando a través de la sala de mis padres, en la noche, durante una tormenta eléctrica violenta. Cayó un rayo y vi a cinco metros por delante de mí una “bola” amarillo anaranjada que emergió del receptor de un teléfono sobre una mesa. Flotó en el ambiente y, como si tuviera en masa, “rebotó” en la pared de enfrente, en el suelo, donde rápidamente desapareció. Yo nunca lo había mencionado a nadie antes.

Mark Pitts

Richardson, Tx USA

Zé Ramalho. Visões de Zé Limeira Sobre O Final Do Século XX

Visões de Zé Limeira Sobre O Final Do Século XX – Zé Ramalho

Vejo discos de metal

Pairando pelas noites do país

Minhas loucas conclusões nada dizem

Residem nos cabelos de sansão

Ah! Deuses-astronautas me ajudam

A conseguir o meu velo de mercúrio

A imagem milenar

Dos grandes dinossauros que domei

Uma espaçonave é a tua residência

Paciência, mas o éter me chamou

Ah! Sou um panteísta sufocado

Pelas canções do acetato de mercúrio

E os terráqueos conseguiram

Finalmente conquistar

Sua terra mais garrida

Borboletas de acrílico

Puseram suas asas

Num cabide esquisito

Gerou conflito entre as gerações febris

Era um porco chauvinista

Procurado pelo karma

De lançar outro vapor

Cogumelos nucleares

Que iluminam as campinas

Do planeta abissal

No carnaval dos seres brancos e azuis

Foi eleito um faraó

E longas catacumbas perfurei

Pelas plainas do sertão quase quente

Correntes de platina separou

As águas do oceano encantado

Que deus criou

Pelas algas de mercúrio

O meu velo de mercúrio

O acetato de mercúrio

Pelas algas de mercúrio